Como comprar um notebook que se adapte às necessidades da pessoa é uma dúvida que vem afetando cada vez mais gente desde que os computadores portáteis começaram a cair de preço e a se popularizar.
Recentemente aqui em casa minha mãe e minha irmã compraram seus notebooks. Minha mãe foi num HP Pavillon, enquanto minha irmã seguiu o meu exemplo e adquiriu um Macbook.
Fiquei impressionado com a diferença para começar a trabalhar com cada um deles. No caso do Macbook, basta ligar (a bateria já vem carregada), colocar seu nome, definir o idioma e - em menos de cinco minutos - já se está no sistema operacional Leopard, pronto para trabalhar.
No caso do HP, o primeiro problema é escolher a versão do Windows Vista que se quer. Starter, Home, Home Premium, Business… tive que fazer uma pesquisa antes de apontar qual seria o melhor para o trabalho dela. Acabou-se comprando o Home Premium.
Eis que chega o notebook. Ao ligar, o Windows primeiro tem que “terminar a instalação”, o que leva uns 10 a 15 minutos. Em seguida é preciso configurá-lo. Depois vêm as atualizações. A instalação do anti-vírus. Isso tudo com uma janelinha a toda hora perguntando se o software tem ou não autorização para ser instalado.
A diferença é impressionante. Enquanto o sistema da Apple parece querer simplificar a vida das pessoas, o da Microsoft faz justamente o contrário. Às vezes reinar absoluto com mais de 90% do mercado pode fazer muito mal a um produto.
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